Comunicação é a base de projeto em Niterói

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A comunicação como principal ferramenta para multiplicar conhecimento a respeito do HIV/Aids entre os jovens de Niterói, no Rio de Janeiro. Esta é a base do projeto “Inovações Pela Vidda”, realizado pelo Grupo Pela Vidda com apoio de recursos distribuídos pelo edital público do Fundo PositHiVo.

Boa parte do projeto é desenvolvida dentro do Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho, uma instituição pública com mais de 170 anos de história em Niterói, destinada à formação de jovens professores. “Formamos 20 jovens multiplicadores de conhecimento em HIV/Aids entre os alunos do Instituto”, explica Alex Gomes, coordenador de atividades externas do Grupo Pela Vidda. “Agora realizamos encontros semanais com estes jovens e convidados, a fim de levar ainda mais informação e conhecimento a toda a comunidade desta região.”

Sempre priorizando as ferramentas de comunicação, o projeto também vai utilizar vídeos, protagonizados pelos próprios jovens, a fim de serem distribuídos e devidamente compartilhados nas redes sociais. “Queremos, é claro, atingir os jovens desta região em primeiro lugar. Mas, com as ferramentas de comunicação, podemos atingir o público em geral”, prossegue Alex, contando também que o Pela Vidda já fez uso também de programas de rádio para divulgar informações sobre HIV/Aids.

Outro trunfo do projeto é a localização geográfica. Além do Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho, o Pela Vidda também fica próximo do campus da Universidade Federal Fluminense (UFF), ou seja uma região de grande trânsito de jovens carentes de conhecimento e ansiosos por dar voz às suas dúvidas sobre sexualidade e infecções sexualmente transmissíveis. “Realizamos alguns eventos em uma praça e a participação é muito satisfatória. No caso do Instituto, a própria diretora da instituição nos pediu para levar conhecimento aos jovens”, diz Alex Gomes.

O Grupo Pela Vidda também providencia testagem rápida para o HIV, via fluido oral, e encaminhamento de jovens soropositivos. “Já recebemos um caso de aluno que teve diagnóstico soropositivo e manteve relações desprotegidas. Por conta da desinformação e do preconceito, têm surgido casos novos de HIV na região, e precisamos nos posicionar frente a este fato”, pede o coordenador.

Os recursos financeiros e a logística oferecida via edital do Fundo PositHiVo deram mais fôlego e autonomia para o Grupo Pela Vidda tocar o projeto. “Conseguimos alavancar e expandir ideias que tínhamos há muito tempo, e envolvemos mais pessoas nesta causa”, comemora Alex Gomes.

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